Desafio dos dez anos: Como estavam e como estão os principais nomes da política mato-grossense

Desafio dos dez anos: Como estavam e como estão os principais nomes da política mato-grossense
Famosos, blogueiros e personalidades aderiram ao ‘desafio dos dez anos’ nas últimas semanas. Mas apenas alguns políticos decidiram entrar na brincadeira. O Olhar Conceito, para dar uma ajudinha, relembra marcos da trajetória de alguns dos principais nomes da política mato-grossense: José Geraldo Riva, Silval Barbosa, Blairo Maggi, Emanuel Pinheiro, Mauro Mendes e Pedro Taques.

José Riva

Em 2009, Riva era deputado estadual – foi reeleito em 2006 com com 82.799 votos, atingindo proporcionalmente a maior votação para o cargo na história do Estado e proporcionalmente a maior do país naquele ano. Também foi neste ano que ele conseguiu impedir opiniões pessoais consideradas por um juiz como ofensivas, publicadas pela repórter Adriana Vandoni no blog Prosa e Política.

Em 2019: Foi condenado 15 vezes em diversos processos provenientes de operações, mas está solto. Somente pela “Operação Arca de Noé”, Riva responde a 80 processos. De acordo com o site Transparência Brasil, possui cerca de 150 processos tramitando na justiça por supostos crimes contra a administração pública, peculato, captação ilícita de sufrágio, falsidade na prestação de contas, formação de quadrilhas e outros promovidos pelo Ministério Público.

Blairo Maggi

Em 2009, Maggi era governador de Mato Grosso. Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes daquele ano, e a Revista Forbes o considerou como 62º entre os 67 líderes mais influentes do mundo.

Em 2019, após ter sido ministro da Agricultura por quase dois anos, deixou a vida pública – pelo menos por enquanto.

Mauro Mendes

Em 2009, provavelmente ainda se lembrava da derrota na campanha para prefeito de Cuiabá. No ano seguinte, concorreu para governador, e também perdeu a disputa.

Em 2019, após ter sido prefeito de Cuiabá, assumiu o governo do estado. Menos de vinte dias depois, declarou estado de calamidade econômica em Mato Grosso.

Emanuel Pinheiro

Em 2009, era secretario-geral do Partido da República (PR), três anos após sua filiação. No ano seguinte, foi eleito deputado estadual.

Em 2019, é prefeito de Cuiabá e elegeu seu filho, Emanuelzinho, deputado federal.

Pedro Taques

Em 2009 era procurador da república, e no ano seguinte entrou na política e se elegeu pro senado numa campanha meteórica, com o mote de combater a corrupção.

Em 2019, após sair do governo de Mato Grosso, com uma derrota em que ficou em terceiro lugar, com apenas 271.952 votos, não tem pretensões de voltar à vida pública.

Silval Barbosa

Em 2009, Silval era vice-governador de Mato Grosso, no mandato de Blairo Maggi. Em março de 2010 assumiria o cargo, após Maggi sair para a campanha ao Senado.

Em 2019, está há dois anos em prisão domiciliar. Ele acabou preso sob a acusação de liderar esquema de recebimento de propina em troca de concessão de incentivos fiscais.Barbosa confessou uma série de crimes e disponibilizado para a Justiça mais de 40 milhões de reais em bens.

fonte: olhar direto


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