Em assembleia, universitários decidem encerrar greve em campus da UFMT

Universitários estão em greve desde o dia 8 de maio contra o reajuste no preço das refeições.

Por G1 MT

Em assembleia, universitários decidem encerrar greve em campus da UFMT

Estudantes do campus Araguaia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) decidiram, em assembleia, encerrar a greve contra o reajuste no preço das refeições do restaurante universitário.

Segundo o Diretório Central do Estudantes (DCE), as aulas em Pontal do Araguaia e Barra do Garças, municípios que foram o campus, devem ser retomadas na próxima segunda-feira (25).

Em nota, os estudantes informaram que a deliberação do calendário acadêmico, que está suspenso, deve ser retomado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) nesta segunda-feira (18).

A greve iniciada do dia 8 de maio, é contra o reajuste no preço das refeições. Atualmente, os estudantes de todos os campi pagam R$ 0,25 pelo café da manhã e R$ 1 para almoço e jantar. Os valores seriam reajustados para R$ 5 o almoço e a janta e para R$ 2,50, o café da manhã.

A decisão dos estudante tem como base os avanços do movimento estudantil, são eles:

Suspensão do aumento do Restaurante Universitário (RU) até dezembro de 2018;

Constituição Comissão Central com 27 membros do Conselho Universitário (Consuni), que buscará meios para a manutenção do RU a R$ 1,00 a partir do ano de 2019;

Realização do Fórum de Assistência Estudantil nos dias 17,18 e19 de setembro, em Sinop;

Pré-fórum nos demais campus entre os meses de julho e agosto para discutir e conscientizar a comunidade acadêmica sobre o Programa Nacional de Assistência Estudantil.

Conforme o documento, o prazo para as comissões apresentarem os resultados é até setembro deste ano. Os documentos apresentados serão encaminhados para aprovação no Consuni.

Campus Cuiabá

Os estudantes da UFMT, campus Cuiabá, continuam com a greve, por tempo indeterminado.

De acordo com o DCE, na próxima quarta-feira (20) será realizada uma Assembleia Geral, às 14h. Na assembleia, será passado informações sobre o movimento estudantil, além de discutir sobre qual será o futuro da greve, que já dura mais de um mês.


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