Ex-servidor que ameaçou secretário tem liberdade negada pelo STJ

MÁFIA NA EDUCAÇÃO

A presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministra Laurita Vaz, determinou que o ex-servidor da Secretaria de Educação (Seduc), Fabio Frigeri, continue na cadeia.

Frigeri foi preso pela primeira vez em maio de 2016, durante a Operação Rêmora.

De acordo com o Gaeco, em dezembro de 2016 Fábio Frigeri teve a prisão preventiva substituída por medidas cautelares diversas da prisão. Ocorre que, após a referida substituição, ele teria descumprido a proibição de manter contato com os demais acusados, motivo que levou o MPE a requerer, em fevereiro de 2018, a decretação de nova prisão preventiva.

Operação Rêmora

Em 11 de setembro de 2015 o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) recebeu denúncia anônima sobre a existência de suposto esquema relacionado à execução de contratos administrativos relativos a obras públicas da Seduc com cobrança de propina dos contratos.

Após oito meses de investigação, em maio de 2016, o Gaeco ofereceu a primeira denúncia contra 22 pessoas, na qual foram narrados 28 fatos criminosos. Terminada a primeira fase, os trabalhos investigativos tiveram continuidade para apurar a identidade de outros possíveis integrantes da organização criminosa. Na ocasião, havia suspeitas de uma possível atuação da organização criminosa dentro de outros órgãos públicos do Estado em relação a outras licitações e contratos administrativos do Estado de Mato Grosso.

fonte: reportermt


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