Idoso encontrado morto é retirado de local somente 12 horas depois

Jornal Da Cidade

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Um idoso de 72 anos, encontrado morto na casa em que morava no bairro Industrial, município de Alta Floresta só foi retirado do local cerca de 12 horas depois. Ademar Gabriel, que morava sozinho, estava numa rede quando um vizinho, como de costume, chegou para conversar. Mas ao perceber o silêncio do idoso ficou preocupado, mexeu com ele e não viu reação.

José Aparecido da Silva disse que dali para frente não viu qualquer sinal vital. Mesmo assim acionou Corpo de Bombeiros , mas foi orientado a chamar diretamente a polícia. O morador disse que tudo iniciou após as 20 horas de terça-feira e só foi terminar já por volta das 10 horas da manhã do dia seguinte. “Os bombeiros disseram que não adiantava mais e mandaram chamar a Polícia”, conta o morador da chamada Colônia De Carli, aos fundos da Rua LN-6, Setor Industrial, em Alta Floresta. “Ligamos várias vezes à noite e nada. Só vieram mesmo de manhã”, conta José Aparecido, ao lado de Edivan Farias, pessoa responsável pela casa que era alugada para Ademar Gabriel. A Polícia Civil e uma equipe da Politec foram ao local, coletaram alguns materiais e deve ser feito um laudo sobre a morte do idoso que segundo os vizinhos, tinha sérios problemas de saúde.

Edivan e José contam que a epilepsia era um dos problemas enfrentados pelo idoso que recebia auxílio doença do INSS. “Já cheguei várias vezes na casa e o encontrei caído”, contou Edivan. “Ele (Ademar) não tinha resistência nas pernas, mas queria fazer as coisas e saía se segurando pelas paredes e acabava acontecendo alguns acidentes dentro de casa”, acrescentou Aparecido. Um cachorro de nome Buteco era a única companhia do aposentado. “Ele conta que o cachorro estava com ele há 22 anos.

E o animal ficava mesmo o tempo todo ao lado dele, até a morte quando ficou perto da rede”, relatou o vizinho José Aparecido. O perito que atendeu o caso comentou informalmente que a morte do idoso pode ser causa natural já que não encontrou vestígios de violência ou outros indícios de possível homicídio. O caso no entanto foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Alta Floresta.

Os vizinhos que iriam recolher os pertences da vítima contam que os parentes de Ademar Gabriel moram todos no estado do Paraná. A Polícia pegou alguns números de telefone para entrar em contato em busca de outras informações.

fonte: nativanews


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