Mãe e namorada de médico participaram de cirurgia que matou bancária

CRM CASSADO

Segundo a delegada, a mãe de Denis Furtado não pode exercer a profissão já que tem o registro cassado pelo Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro. Já Denis é médico, mas só tem liberação do CRM para atendimento no Distrito Federal e em Goiás.

Delegada Adriana Belém é títular da 16ª Delegacia de Polícia Civil,

A médica Maria de Fátima Barros Furtado, que tem o registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) cassado e é mãe do médico Denis Furtado, indiciado por homicídio doloso, pela morte da mato-grossense Lilian Calixto, participou do procedimento estético, junto com a namorada de Denis.

“Já sabemos que a mãe dele, a namorada e mais uma pessoa participaram da cirurgia dentro do apartamento dele. Ontem apreendemos dezenas de medicamento e equipamentos, mas quem a atendeu quando passou mal, foi apenas o Denis e a namorada. A deixaram no hospital e foram embora”, disse a delegada Adriana Belém.

A informação é da delegada titular da 16ª Delegacia de Polícia Civil, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, Adriana Belém. “Já sabemos que a mãe dele, a namorada e mais uma pessoa participaram da cirurgia dentro do apartamento dele. Ontem apreendemos dezenas de medicamento e equipamentos, mas quem a atendeu quando passou mal, foi apenas o Denis e a namorada. A deixaram no hospital e foram embora”, disse a delegada.

Lilian morreu 2 horas após dar entrada no Hospital Barra D´Or. A diretora do hospital ligou para a 16ª Delegacia de Polícia Civil comunicando o óbito de Lilian, após procedimento estético suspeito.

Ainda segundo a delegada, Maria de Fátima não pode exercer a profissão já que tem o registro cassado pelo Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro. Já Denis é médico, mas só tem liberação do CRM para atendimento no Distrito Federal e em Goiás.

A namorada do médico, Renata Fernandes, de 20 anos, e uma enfermeira, identificada por Rosilane Pereira, estão presas.

Já a mãe de Denis e o próprio médico tiveram as prisões decretadas pela Justiça, mas estão foragidos.

Segundo informações da delegada, Renata foi detida no domingo e levada para prestar depoimento. Depois, teve a prisão temporária decretada pela Justiça. Ela iniciou um curso de técnica de enfermagem, mas não concluiu.

A bioplastia realizada pelo médico Denis Furtado foi feita no apartamento dele, no Rio de Janeiro. Denis não é cirurgião plástico e está sendo acusado de negligência e homicídio doloso, por assumir risco de matar.

Em nota, o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) informou que abriu uma sindicância para apurar o caso. Ainda segundo o órgão, a investigação corre em sigilo.

O caso

Lilian Calixto foi submetida ao procedimento para aplicação de PMMA (polimetilmetacrilato), um polímero, ou fibra sintética, em forma de gel, usado para preenchimento de partes do corpo.

Lilian passou pelo procedimento no sábado (14). Ela passou mal horas depois e teria sido levada por Denis Furtado para atendimento em um hospital. A bancária morreu após sofrer embolia pulmonar.

fonte: reportermt


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