‘Queda no preço do boi deve ter chegado ao limite’

COTAÇÃO

Na avaliação da Safras & Mercado, os frigoríficos já encontram dificuldade na composição de suas escalas de abate após a última rodada de queda dos preços; confira as cotaçõES.

Por Agência Safras

Foto: Gisele Rosso/Embrapa Pecuária Sudeste

A pressão de queda dos preços físicos do boi gordo diminuiu. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o movimento de baixa aparenta ter alcançado seu limiar, com os frigoríficos encontrando grande dificuldade na composição de suas escalas de abate após a última rodada de queda dos preços. “Os pecuaristas se deparam com uma boa capacidade de retenção, avaliando a boa condição das pastagens após o regime de chuvas registrado no mês de janeiro”, disse.  

Em São Paulo, preços entre R$ 185 e R$ 186 a arroba para pagamento à vista, contra R$ 186,00 na terça-feira. Em Minas Gerais, preços de R$ 181 a arroba, em Uberaba, estáveis. Em Mato Grosso do Sul, preços seguiram em R$ 173,00 a arroba, em Dourados. Em Goiás, o preço indicado permaneceu em R$ 180,00 a arroba em Goiânia. Já em Mato Grosso, o preço ficou entre R$ 172,00 e R$ 173,00 a arroba em Cuiabá.

Atacado 

O mercado atacadista volta a ter preços acomodados no decorrer da semana. O escoamento da carne ainda ocorre de maneira lenta, situação que pode mudar durante a primeira quinzena de fevereiro. “Além da entrada dos salários deve ser considerado o retorno às aulas como motivador da demanda”, disse o analista.

O corte traseiro segue precificado a R$ 13,05, por quilo. Corte dianteiro ainda é cotado a R$ 10,40, por quilo. Ponta de agulha permanece cotada a R$ 9,70, por quilo


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