Secretaria de Segurança monitora ameaça de nova paralisação de caminhoneiros

Os caminhoneiros ameaçam parar caso não cheguem a um consenso sobre uma nova tabela de preços do frete. O acordo está previsto para a próxima quinta-feira (28).

Com a iminente ameaça de uma nova paralização dos caminhoneiros, a Secretaria de Estado e Segurança Pública tem monitorado os movimentos de classe com o objetivo de conter ou minimizar os prejuízos que foram gerados na primeira paralização, que durou 10 dias em todo país e gerou escassez de combustível, gás de cozinha e até comida.

Estão no centro da discussão, agora, os caminhoneiros e representantes do setor produtivo, que tentam entrar em um consenso sobre o valor da tabela de preços do frete.

O secretário de Estado de Segurança Pública, Gustavo Garcia disse em entrevista ao reportermt, que os possíveis bloqueios e paralisações estão sendo monitorados pelas forças de segurança estaduais.

“Nós tivemos um planejamento para a crise, tivemos o cuidado de não sofrer as consequências do desabastecimentos. Antes de começar a crise já estávamos precavidos e isso foi um ponto”, afirmou Gustavo.

“A Sesp acompanha todos os tipos de movimentos sociais que podem repercutir em algo em relação à ordem pública”, disse Gustavo.

Na quinta-feira passada, dia (21), estava programa uma nova paralização geral, que foi suspensa após uma audiência entre os envolvidos, que durou quatro horas e ficou acertado que as partes tentarão chegar a um consenso sobre uma nova tabela de preços — que será apresentada em juízo — na próxima quinta-feira (28).

Na última greve dos caminhoneiros, Gustavo Garcia esteve à frente gabinete de crise montado pelo Governo para amenizar os prejuízos causados pelo movimento dos caminhoneiros.

“As consequências teriam sido piores se não fosse a presença policial no movimento e não houve prejuízo em nenhum ponto do Estado porque nós nos planejamos. Nós tivemos um planejamento para a crise, tivemos o cuidado de não sofrer as consequências do desabastecimentos. Antes de começar a crise já estávamos precavidos e isso foi um ponto”, afirmou Gustavo.

O secretário explicou que caso aconteça uma nova paralisação no transporte, a estratégia será a mesma, de levar à sociedade insumos que são básicos para a subsistência, como no caso de hospitais, por exemplo.

fonte: reportermt


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